Advogados da Defensoria Pública e Agsep discutem diretrizes para atendimento aos presos

Os advogados que fazem o atendimento da população carcerária de Goiás se reuniram na manhã de hoje, na Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO) para discutir novas diretrizes para a assistência jurídica na Execução Penal. A partir do convênio assinado com a Agência Goiana do Sistema Prisional (Agsep) a coordenação deste trabalho passou ser de responsabilidade da Defensoria Pública.
Entre as principais mudanças, está a instalação de salas de atendimento da Defensoria Pública em cada unidade prisional. Além disso, para a coordenação do serviço foi designada a servidora da DPE-GO, Amélia Nogueira de Souza, advogada da área de Execução Penal. A reunião foi conduzida pelo subdefensor público-geral, Antônio Carlos Ferreira Braga, que explicou aos advogados que este é um momento de transição e que a intenção da Defensoria é garantir que o serviço aos encarcerados seja mantido com qualidade e que os servidores, agora absorvidos pela DPE-GO, se sintam respaldados para prestar o atendimento.
Também participaram da reunião o chefe de gabinete da DPE-GO, Ariston Araújo, e o gerente jurídico da Agsep, Vinicius Wagner de Sousa Maia Nakano, que adiantou aos advogados que a agência dará todo o suporte necessário neste período de transição da coordenação dos trabalhos. Ariston Araújo ressaltou que como a Defensoria mantém 98% de sua estrutura instalada na Capital, será fundamental manter os atendimentos itinerantes nas unidades prisionais do interior como vinha sendo executado pela Agsep.
Presídio feminino - A transferência da coordenação do atendimento aos presos para a Defensoria envolve a ampliação da assistência jurídica em outras áreas do Direito para além da execução penal, como as instâncias cível e família. Na semana passada, quando iniciaram os trabalhos com o atendimento de 45 mulheres do presídio feminino Consuelo Nasser, já condenadas, em regime fechado, foram realizados 13 atendimentos excepcionais à execução penal.
Entre prestação de informações jurídicas e movimentação dos processos penais, foram impetradas uma ação de divórcio, uma de investigação de paternidade, um pedido de regulamentação de visita a menor e uma regularização de casamento. (Fonte: Agsep)

Os advogados que fazem o atendimento da população carcerária de Goiás se reuniram na manhã de hoje, na Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO) para discutir novas diretrizes para a assistência jurídica na Execução Penal. A partir do convênio assinado com a Agência Goiana do Sistema Prisional (Agsep) a coordenação deste trabalho passou ser de responsabilidade da Defensoria Pública.
Entre as principais mudanças, está a instalação de salas de atendimento da Defensoria Pública em cada unidade prisional. Além disso, para a coordenação do serviço foi designada a servidora da DPE-GO, Amélia Nogueira de Souza, advogada da área de Execução Penal. A reunião foi conduzida pelo subdefensor público-geral, Antônio Carlos Ferreira Braga, que explicou aos advogados que este é um momento de transição e que a intenção da Defensoria é garantir que o serviço aos encarcerados seja mantido com qualidade e que os servidores, agora absorvidos pela DPE-GO, se sintam respaldados para prestar o atendimento.
Também participaram da reunião o chefe de gabinete da DPE-GO, Ariston Araújo, e o gerente jurídico da Agsep, Vinicius Wagner de Sousa Maia Nakano, que adiantou aos advogados que a agência dará todo o suporte necessário neste período de transição da coordenação dos trabalhos. Ariston Araújo ressaltou que como a Defensoria mantém 98% de sua estrutura instalada na Capital, será fundamental manter os atendimentos itinerantes nas unidades prisionais do interior como vinha sendo executado pela Agsep.
Presídio feminino - A transferência da coordenação do atendimento aos presos para a Defensoria envolve a ampliação da assistência jurídica em outras áreas do Direito para além da execução penal, como as instâncias cível e família. Na semana passada, quando iniciaram os trabalhos com o atendimento de 45 mulheres do presídio feminino Consuelo Nasser, já condenadas, em regime fechado, foram realizados 13 atendimentos excepcionais à execução penal.
Entre prestação de informações jurídicas e movimentação dos processos penais, foram impetradas uma ação de divórcio, uma de investigação de paternidade, um pedido de regulamentação de visita a menor e uma regularização de casamento. (Fonte: Agsep)

FONTE: http://www.rotajuridica.com.br

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